FORRAGICULTURA APOSTILA PDF

Tauk Structure of signal grass pasture with height variation SITE To ensure the functioning of the site, we use cookies. A Quando cortar a forrageira: Grazing system and stocking rate effects on the productivity, botanical composition and soil surface characteristics of alfalfa-grass pastures. This study was carried out aiming to evaluate the structural characteristics of Brachiaria decumbens cv. Kazungula em Porto Velho, RO. Potential productivity apostilz temperate and tropical grassland systems. Para sabermos quantos animais vale 10 U.

Author:Vokus Akicage
Country:Ecuador
Language:English (Spanish)
Genre:Automotive
Published (Last):28 January 2013
Pages:354
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ISBN:446-9-84031-349-4
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Introduo: O Brasil um pas que possui vasta extenso territorial e um clima privilegiado para o crescimento de plantas herbceas, cujas condies so excelentes para o desenvolvimento da pecuria. Assim sendo, a formao de boas pastagens e capineiras assume real importncia, tornando-se a melhor opo para a alimentao do rebanho nacional, pois, alm de se constituir no alimento mais barato disponvel, oferece todos os nutrientes necessrios para um bom desempenho dos animais.

Felizmente, a mentalidade de reservar os piores terrenos para a formao das pastagens, j est sendo substituda por outra, muito mais atual e tecnificada, onde a escolha das glebas e forragens, adubaes, combate s pragas e plantas invasoras e, principalmente, um bom manejo, so prticas que vm recebendo o devido crdito dos pecuaristas.

O elevado custo dos insumos modernos, a grande valorizao das terras prximas aos grandes centros, a necessidade de se conseguir altas produtividades a baixos custos, para que os lucros tambm sejam maiores, fazem das pastagens um dos principais elementos de uma pecuria tecnicamente evoluda 2.

Plantas forrageiras As plantas forrageiras so conhecidas como alimentos volumosos aquosos pastos e capineiras. Os alimentos volumosos englobam todos os alimentos de baixo teor energtico, principalmente em virtude de seu alto teor de fibra bruta ou em gua. Podem ser divididos segundo o teor de gua em : a Secos: Fenos, palhas, sabugos, casacas, farinha de polpa e feno.

O porte muito varivel , indo desde as rasteiras gramas , passando pelas de porte mdios capins , at as de porte alto milho, sorgo etc. So utilizadas na forma de pastagens, fenos ou silagens. As caractersticas morfolgicas de seus rgos so: Raiz: fasciculada cabeleira e adventcias; Caule: colmo- tpico no se ramifica , com ns e entre-ns Rizomas: subterrnea, nas perenes Estolhoes: decumbentes, de comprimento varivel; Folhas: sssil, invaginates, de disposio dsticas, cuja lgula caracteriza a espcie.

Lmina comprida, lanceolada, com nervuras paralelinrveas. Flores: unissexuadas ou hermafroditas, aclamdeas, superovariadas, com androceu trmero.

Esto dispostos em estruturas caractersticas, chamadas espiguetas. Espiguetas: duas brcteas na base gluma I e gluma II duas brcteas relacionadas diretamente com a flor lema e plea e eixo interno rquila ; Inflorescncia: as espiquetas esto dispostas em paniculas, rcemos ou espigas; Fruto: tipo cariopse.

Exemplos: milho, aveia cana, colonio, etc Leguminosae Reino vegetal, diviso angiospermae, classe dicotiledonea e ordem rosales. Porte varivel, onde as utilizadas como forrageiras so herbceas, muito ricas em protena. As caractersticas morfolgicas de seus rgos so: Raiz: axial, pivotante; Caule: varivel herbceo, arbustivo e arbreo ; Folhas compostas, alternadas e estipuladas; Flores: diclamdeas, unicarpelares e multiovuladas; Inflorescncia: pniculada, rcemo, etc.

Exemplo: leucena, alfafa, siratro, cornicho, trevos etc. Cactceas As plantas forrageiras podem ainda se classificadas, com relao ao perodo que do produo de forragem, em hibernais e estivais. Gramneas: Perenes: aveia, centeio, azevm, etc..

Anuais: capim doce, etc Leguminosas: Perenes: alfafa, cornicho, etc Anuais: ervilhaca, serradela, etc Requerem bastante luz e calor, sentem o frio intenso.

Gramneas: Perenes: Colonio , C. Anuais: milho, sorgo, etc Leguminosas: Perenes: soja perene, cetrosema, etc Anuais: feijo mido, mucuna preta, etc Dividi-se em anuais, so as que duram menos de um ano, e perenes, as que duram vrios anos. Esta classificao regional, uma mesma espcie pode ser selecionada como anual numa localidade, e perene em outra.

Anuais: so plantas que germinam, desenvolvem e reproduzem em menos de um ano, e priorizam a produo de sementes para atravessam perodos desfavorveis. Ocorrem, normalmente, em reas de campo alteradas por distrbios naturais seca, geada, eroso ou causados pelos homens lavrao, fogo,superpastejo, uso de herbicidas. Perenes: so plantas que sobrevivem por vrios anos, em geral apresentam um crescimento inicial mais lento, priorizando a acumulao de reservas.

Geralmente produzem menos sementes que as espcies anuais, e estas so indispensveis para a renovao da pastagem em perodos extremamente desfavorveis como secas prolongadas. No existe um pasto que produza o ano inteiro, sempre h um perodo em que a produo de massa reduzida. Estao fria, hibernais de inverno ou temperadas: so espcies que crescem nos meses mais frios do ano.

Germinam ou rebrotam no outono, desenvolvem durante o inverno, floresce na primavera. Durante o vero, as elevadas temperaturas aliadas a perodos secos determinam a morte dessas plantas, quando anuais, ou reduo do seu crescimento, quando perenes.

Estao Quente, Estivas de vero ou tropicais: so espcies que crescem durante os meses mais quentes do ano, iniciam seus rebrote na primavera, crescem e frutificam no perodo vero-outono. Com a chegada do frio podem morrer anuais ou paralisar seu crescimento perenes. Os tipos mais comuns presentes na pastagem so: Estolonfero: as espcies de pasto com este hbito de crescimento expandem seus caules no sentido horizontal, enraizando-se ao solo e suas folhas so emitidas na vertical.

Ao nvel do solo existem gemas de renovao protegidas por folhas mortas. Prostadas: so plantas semelhantes s estolonferas, diferencia-se por seus caules no emitirem razes. Rizomatoso: plantas com caule e gemas subterrneas. Cespitoso: plantas que se desenvolvem em forma de touceira e apresentam pouca expanso lateral. A maioria dos capins e macegas so aqui representados, normalmente so plantas de qualidade inferior as demais Ereto: so plantas que tem seu crescimento perpendicular ao solo, e suas gemas se encontram acima do nvel do solo.

Decumbente: plantas com estas caractersticas apresentam, numa fase inicial, crescimento estolonfero e, posteriormente, em competio com outras plantas, ereto. Trepador ou Escandente: so plantas que se apiam nas demais. Leguminosas: So plantas com folhas mais largas, geralmente, compostas e seus frutos so legumes vagens. Esta famlia tem ainda a capacidade de fixar nitrognio do ar numa associao com bactrias radiculares dos gneros Rhyzobium e Bradirhyzobium.

Em geral, o teor de protena destas forrageiras mais elevado que o das gramneas. Formao e manejo de pastagens 3. As pastagens tropicais, devido a maior quantidade de energia luminosa, a sua distribuio e a prpria fisiologia capacidade fotossinttica, etc.

Pastos bem formados, em solos frteis, fornecem protena, energia, minerais e vitaminas em propores adequadas nutrio dos herbvoros. Se naturais, no houve alterao da vegetao original e, se artificiais ou cultivadas, so de espcies adaptadas e bom rendimento, introduzidas pelo homem. Nas reas onde as pastagens so cultivadas, alguns procedimentos para sua formao e manuteno se faz necessrios.

Entre estes procedimentos temos o preparo do terreno, o manejo e o melhoramento das pastagens. Os critrios relacionados s caractersticas agronmicas das forrageiras potencial produtivo, persistncia e adaptao a fatores biticos, climticos e edficos, hbitos de crescimento, etc As exigncias e tolerncias das gramneas e leguminosas tropicais podero ser descritas, conforme os quadros abaixo.

Por outro lado, deve-se sempre procurar reas que j estejam desmatada, afim de preservar as matas. No que se refere ao preparo da rea, pode ser realizado atravs do preparo manual ou mecanizado. Preparo manual: em se tratando de mata, as operaes desenvolvidas so de broca, derrubada, rebaixamento e queima, dificilmente ocorre o encoivaramento pelo seu elevado custo. No caso de mata de terreno inundvel, apesar do custo elevado, torna-se geralmente necessrio o encoivaramento, visto ser muito difcil uma queima eficiente, devido s condies de elevada umidade do terreno.

Preparo mecanizado: de rea de capoeira, destaca-se dois processos de desmatamento: um empregando-se trator de esteiras com lmina e rolo-faca. No primeiro, o trator derruba a vegetao e a empurra, para formao de leiras, que devem estar distanciadas cerca de 50 m entre si. Para obteno desse afastamento, o trator operado empurrando o material numa distncia aproximada de 25 m para cada lado.

Aps a secagem do material enleirado, procede-se sua queima. No segundo processo, o trator de esteiras derruba com a lmina a vegetao, que dividido em pequenas partes pelo rolo-faca acoplado ao mesmo. Em reas do cerrado costume-se empregar dois tratores de esteira arrastando corrento ou cabo de ao para remoo e amontoa do estrato superior da vegetao com vistas posterior queima.

O preparo mecanizado em reas de mata densa devem ser evitadas. No entanto, tornando-se indispensvel, um trato de esteira de grande potncia.

Quando a operao de preparo manual, aps o uso de fogo, geralmente efetuada a semeadura ou o plantio das mudas. Quando a limpeza mecanizada, usam-se a arao e gradagem, ou as duas operaes so substitudas por uma s, utilizando-se arado-gradeador ou grade pesada. Por ocasio do preparo mecanizado para semeadura ou plantio, o terreno deve estar completamente destocado, a fim de evitar danificao do trator e implemento.

Plantio O plantio das gramneas para formao de pastagens realizado pela semeadura ou por mudas. O primeiro mtodo aplicado quando o plantio envolve grande extenso e o segundo comumente empregado em reas menores, ou quando no h disponibilidade se sementes. Plantio por semente: a semeadura do capim pode ser efetuada a lano, manualmente ou de avio, no inicio do perodo chuvoso, desde que a intensidade das chuvas e a declividade do terreno favoream o arrasto das sementes.

Quando as condies no permite a semeao a lano, utiliza-se semeadura manual, conhecida por tico-tico, regulando-se a mquina para obteno da quantidade desejada de sementes, nas covas, distanciadas de 0,50 a 1,00 m.

Quando o terreno estiver destocado e gradeado, alm dos mtodos de semeadura j mencionados, as sementes podem ser distribudas no solo atravs de semeadeira acoplada ao trator. Plantio por mudas: pode ser efetuada usando-se um feixe de cinco a dez hastes por cova ou por diviso de touceiras com um mnimo de 5 a 10 cm de dimetro cada uma por cova.

O espaamento entre as covas varia de 0,50 a 1,00m. O primeiro processo o mais comumente utilizado por ser mais rpido e exigir menor rea de material de propagao. De acordo com as condies de fertilidade do solo e a resposta da planta, a adubao qumica pode ser recomendada por ocasio do plantio para melhor estabelecimento da pastagem. Os elementos qumicos necessrios e as quantidades correspondentes variam em funo do resultado da anlise do solo e das exigncias nutricionais da planta.

Os trs elementos de destaque na fertilizao do solo so nitrognio, potssio e fsforo. Aps o plantio da forrageira, poder haver necessidade de replantio, devido falta de chuvas continuas, sementes de qualidade inferior, ataque de pragas ou outra fator. Dessa maneira, recomendvel depois do plantio acompanhar a germinao das sementes ou pegamento das mudas para verificar a necessidade ou no do replantio.

Altas produes de leite, carne e l, esto condicionadas a alimentao adequada dos animais, onde as pastagens assumem grande importncia, por tratar-se do alimento mais barato disponvel aos animais. Entretanto, o rendimento das forrageiras em quantidade e qualidade est intimamente ligado, dentre outros fatores fertilidade do solo.

A base, portanto, do manejo de pastagens o conhecimento prvio das interrelaes no sistema. Em termos prticos, um animal em pastejo representa a forma mais simples do sistema solo-planta-animal: - O solo: a base do sistema e atua como fonte de nutriente para a pastagem; - A planta: a fonte de nutriente para o animal e atua como modificador das condies fsicas e qumicas do solo; - O animal: atua como modificador das condies do solo e planta.

Para maior segurana da explorao, qualquer sistema de pastejo dever ter a retaguarda da suplementao de forragem para os perodos crticos tais como: pastagens reservadas, capineiras, silagem, feno, etc. Um manejo satisfatrio aquele em que: 1 Controla-se a presso de pastejo, isto , o nmero de animais por unidade de rea, verificando-se a altura mnima de consumo da pastagem Tabela Controla-se o perodo de descanso, constatando a perfeita recuperao da pastagem.

Os descansos peridicos das pastagens dependem do sistema de pastejo adotado. Caracteriza-se, pela existncia de apenas uma pastagem, que utilizada de forma contnua durante o ano todo e os anos consecultivos. A lotao fixa e os animais no saem para que haja um descanso recuperao da mesma. Possui muitas desvantagens, dentre as quais destacam-se: 1.

LM7803 DATASHEET PDF

FORRAGICULTURA - APOSTILA (1)

Introduo: O Brasil um pas que possui vasta extenso territorial e um clima privilegiado para o crescimento de plantas herbceas, cujas condies so excelentes para o desenvolvimento da pecuria. Assim sendo, a formao de boas pastagens e capineiras assume real importncia, tornando-se a melhor opo para a alimentao do rebanho nacional, pois, alm de se constituir no alimento mais barato disponvel, oferece todos os nutrientes necessrios para um bom desempenho dos animais. Felizmente, a mentalidade de reservar os piores terrenos para a formao das pastagens, j est sendo substituda por outra, muito mais atual e tecnificada, onde a escolha das glebas e forragens, adubaes, combate s pragas e plantas invasoras e, principalmente, um bom manejo, so prticas que vm recebendo o devido crdito dos pecuaristas. O elevado custo dos insumos modernos, a grande valorizao das terras prximas aos grandes centros, a necessidade de se conseguir altas produtividades a baixos custos, para que os lucros tambm sejam maiores, fazem das pastagens um dos principais elementos de uma pecuria tecnicamente evoluda 2.

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APOSTILA FORRAGICULTURA.

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